Medidas Cofidis para Clientes Particulares e Clientes Empresas /ENI’s

Para apoiar os nossos clientes particulares que se encontrem numa situação de redução de rendimento motivada pela pandemia COVID-19, aderimos à Moratória Privada da ASFAC (Associação das Instituições de Crédito).

Para pedir a Moratória Privada da ASFAC, tem de aceder ao Cofinet, e clicar em “Pedido Moratória”. Antes de aderir, recomendamos que consulte as Medidas para Clientes Particulares. 

Se ainda não tiver aderido ao Cofinet, pode fazê-lo de forma simples, rápida e gratuita, clicando aqui e escolhendo a opção “Registe-se no Cofinet". Preencha os seus dados pessoais e receberá a sua password de imediato no seu telemóvel.

As Empresas e os Empresários em Nome Individual (ENI’s) que respeitem os requisitos previstos no Decreto-Lei n.º10-J/2020, de 26 de março de 2020, podem solicitar a Moratória aprovada pelo Governo, no âmbito da pandemia da doença COVID-19.

Consulte as Medidas para Empresas e Empresários em Nome Individual abaixo e conheça em detalhe as condições de acesso e o que fazer para pedir a Moratória.

Clientes Particulares
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Empresas e ENI's
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Perguntas Frequentes

Moratória Privada da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC)

Porque queremos ajudá-lo a lidar com os efeitos económicos que a pandemia da Covid-19 possa estar a causar-lhe, a si e à sua família, a Cofidis aderiu à Moratória Privada da ASFAC (Associação das Instituições de Crédito). Isto significa que pode pedir a suspensão até 30.09.2020 do pagamento da totalidade das prestações. Pode, em alternativa, solicitar a suspensão do pagamento apenas do capital, também até 30.09.2020, mantendo o pagamento dos juros e outros encargos (seguros, comissões e/ou despesas com impostos), reduzindo assim o valor da prestação.

Esta moratória aplica-se aos seguintes tipos de contratos de crédito: Crédito Pessoal, Crédito Consolidado, Crédito Automóvel, Linhas de Crédito e Cartão de Crédito que ao dia 18 de março de 2020 não tenham atraso há mais de 90 dias.

Os clientes particulares que à data do pedido se encontrem, ou que tenham elementos do seu agregado familiar (ex: pais/filhos ou cujo relacionamento que resulte de casamento ou união de facto) numa das seguintes condições:

  • Estar em isolamento profilático ou de doença ou a prestar assistência a filhos ou netos;
  • Ter sido colocado em redução do período normal de trabalho ou em suspensão do contrato de trabalho, em virtude de crise empresarial;
  • Estar em situação de desemprego registado no Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.;
  • Ser elegível para o apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente;
  • Ser trabalhador em estabelecimento ou atividade que tenha sido objeto de encerramento determinado durante o período de estado de emergência.

A moratória fará aumentar o custo total do crédito já que vai demorar mais tempo a pagar o seu crédito.

Se optar pela suspensão da totalidade da prestação continuam a ser calculados juros à TAN do contrato, que poderão ser capitalizados, isto é os juros passarão a fazer parte do capital e serão cobrados novos juros sobre esse valor. A suspensão aumentará o prazo do contrato de crédito pelo período necessário para garantir o pagamento dos valores em dívida e dos juros referentes ao período da moratória, mantendo-se o valor da prestação.

Se optar pela suspensão do pagamento apenas do capital, pagará, a cada prestação, apenas o valor correspondente aos juros e outros encargos (seguros, comissões e/ou despesas com impostos), reduzindo assim o valor da prestação, no período da suspensão. Para saber em quanto vai diminuir a sua prestação, pode consultar no seu extrato anterior o valor do capital da última prestação e subtrair essa parcela ao total da prestação. O capital não pago no período da suspensão, bem como os juros à TAN contratada sobre o mesmo, serão pagos no final do prazo contratado.

Sim, os fiadores mantêm-se os mesmos ao longo de todo o período de vigência do contrato.

Sim, o seu seguro de proteção ao crédito será prolongado de acordo com o novo prazo do contrato, mantendo-se a cobertura dos respetivos riscos durante o período de carência.

O prazo da suspensão é escolhido por si. Sendo que seja qual for a sua escolha, a mesma só poderá ocorrer até setembro de 2020.

Não. A suspensão dos pagamentos do total de prestação ou do capital não equivale a incumprimento ou atraso, a não ser quanto aos eventuais valores em atraso que existam na data de início da Moratória, os quais se manterão comunicados ao Banco de Portugal. A aplicação da Moratória também não é considerada como renegociação de dívida.

Após o prazo escolhido a suspensão termina.

Se optar pela suspensão da totalidade da prestação, as prestações voltarão a ser debitadas na data de pagamento do mês seguinte ao fim da suspensão, ou seja, se a sua suspensão termina em julho e a sua prestação vence ao dia 1 de cada mês, retomará os pagamentos mensais a 1 de agosto. O prazo do seu contrato será prolongado para garantir o pagamento dos valores em dívida e dos juros referentes ao período da moratória, mantendo-se o valor da prestação.

Se optar pela suspensão do pagamento apenas do capital, as prestações voltarão a ser debitadas por inteiro na data de pagamento do mês seguinte ao fim da suspensão, ou seja, se a sua suspensão termina em julho e a sua prestação vence ao dia 1 de cada mês, retomará os pagamentos mensais a 1 de agosto. O prazo do seu contrato será prolongado para garantir o pagamento dos valores em dívida e dos juros referentes ao período da moratória, mantendo-se o valor da prestação.

O pedido de adesão à Moratória pode ser apresentado por qualquer um dos titulares do crédito, até 30 de junho de 2020. Para formalizar o seu pedido aceda aqui, faça o login, clique em “Resumo de conta” e depois novamente em Pedido Moratória, daqui será diretamente encaminhado para o formulário, preencha-o com os dados que lhe vão ser solicitados e submeta para nossa análise.

Se ainda não tiver aderido ao Cofinet, pode fazê-lo de forma simples, rápida e gratuita, clicando aqui e escolhendo a opção “Registe-se no Cofinet”.

Sim, dependendo da sua situação pedimos-lhe que nos envie juntamente com o formulário disponível no Cofinet um dos seguintes documentos:

  • Caso seja trabalhador por conta de outrem - o último recibo de vencimento - caso seja trabalhar por conta de outrem
  • Caso esteja desempregado - declaração comprovativa (ex: carta de rescisão ou comprovativo de inscrição no centro de emprego…)
  • Caso seja reformado - a última declaração de pensão;
  • Caso seja trabalhador independente - o último recibo verde emitido.

A Cofidis tem 8 dias úteis para responder.

Este prazo conta a partir da data de receção do formulário ou de qualquer outro documento comprovativo que venha a ser por nós solicitado, para efeitos de clarificação de informação. A resposta será enviada pela Cofidis, por e-mail para o endereço de e-mail indicado no formulário.

A Moratória entra em vigor na data em que for aceite.

Se for aceite antes da prestação do mês seguinte ser processada, a suspensão total ou de capital só será aplicada à prestação seguinte.

Ex: Imaginando que a sua prestação vence ao dia 5 de cada mês, que envia o pedido de Moratória no dia 23 de abril e que lhe damos uma resposta positiva no espaço de 8 dias úteis, ou seja, a 6 de maio, a Moratória começará a ser aplicada à prestação de junho, que já não será cobrada, no caso de escolher a suspensão total, ou será composta apenas por juros e encargos (seguro, comissões e/ou despesas com impostos), no caso de carência de capital.

A qualquer momento, antes do termo do prazo acordado, poderá pedir o fim da Moratória. Este pedido tem de ser apresentado por escrito pelo mesmo titular do contrato que solicitou a Moratória e enviado por correio para a morada da Cofidis (Edifício Berna - Avenida de Berna, nº 52 - 6º 1069-046 Lisboa).

Moratória Legal para Empresas e Empresários em Nome Individual (ENI)

Significa que pode pedir a suspensão até 30.09.2020 do pagamento da totalidade das prestações.

Pode, em alternativa, solicitar a suspensão do pagamento apenas do capital, mantendo o pagamento dos juros e outros encargos, reduzindo assim o valor das prestações.

As Empresas e os Empresários em Nome Individual (ENI) que respeitem os requisitos previstos no Decreto-Lei n.º10-J/2020, de 26 de março de 2020, nomeadamente:

  • Tenham a situação regularizada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social no final de fevereiro 2020;
  • Com sede ou que exerçam a sua atividade económica em Portugal;
  • Não estejam, considerando a data de 18 de março de 2020, em mora ou incumprimento de prestações há mais de 90 dias junto das instituições;
  • Não se encontrem em situação de insolvência, ou suspensão ou cessão de pagamentos, ou a Cofidis já tiver executado o contrato;

Caso seja um ENI, apenas os contratos celebrados no âmbito da sua atividade profissional ou comercial, estão ao abrigo da Moratória aprovada pelo Governo (DL n.º10-J/2020). Ou seja, não estão abrangidos os contratos de crédito ao consumo, ainda que tenham sido celebrados com consumidores com profissões liberais. Para mais informações consulte as medidas para Clientes Particulares.

Apenas os representantes legais da empresa, caso se trate de uma empresa, ou o empresário, caso seja Empresário em Nome Individual (ENI), mesmo que o contrato tenha outros titulares.

Quem assinar representa e responsabiliza-se por todos os titulares do contrato.

Os fiadores ou avalistas do contrato, caso existam, não necessitam de assinar o pedido.

Não. A suspensão dos pagamentos do total da prestação ou do capital não equivale a incumprimento ou atraso, a não ser quanto aos eventuais valores em atraso que existam na data de início da Moratória, os quais se manterão comunicados ao Banco de Portugal. A aplicação da Moratória também não é considerada como renegociação de dívida.

Em 30.09.2020 a suspensão termina.

As prestações voltarão a ser debitadas a partir de 01.10.2020, sendo o prazo do seu contrato prorrogado pelo mesmo tempo que durou a suspensão. Por exemplo, se as prestações ficarem suspensas por 6 meses, o prazo do contrato aumenta 6 meses, isto é, as prestações que não foram pagas no período da Moratória serão retomadas quando a moratória terminar.

As Instituições de Crédito poderão capitalizar os juros do período de suspensão no final da suspensão.

Para formalizar o seu pedido, deve enviar para a Cofidis, até ao dia 01.09.2020:

  • a) O pedido em formato eletrónico (JPG, PNG ou PDF,) assinado para o e-mail covid19medidasempres@cofidis.pt, referindo se pretende a suspensão apenas dos reembolsos de capital ou da totalidade das prestações até 30.09.2020, ao abrigo do DL n.º 10-J/2020, de 26.03.2020;
  • i. Caso se trate de uma Empresa, o pedido tem de ser assinado pelos representantes legais;
  • ii. Caso seja Empresário em Nome Individual (ENI), o pedido tem de ser assinado pelo empresário.
  • b) Documentos comprovativos da situação regularizada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social (a obter nos sites https://www.portaldasfinancas.gov.pt/ e http://www.seg-social.pt/).

A Cofidis tem 5 dias úteis para responder, caso o pedido seja aceite.

No caso de não reunir as condições estabelecidas pelo Governo para ser aceite, daremos resposta em 3 dias úteis.

Estes prazos contam a partir da data em que o pedido chegue completo à Cofidis, ou seja, pedido devidamente assinado e respetivos comprovativos.

A resposta será enviada pela Cofidis, por e-mail.

Esta informação constará da resposta de aprovação ao seu pedido.

A qualquer momento, antes do termo do prazo acordado, poderá pedir o fim da Moratória. Este pedido tem de ser apresentado por escrito, assinado pelo mesmo titular do contrato que solicitou a Moratória e enviado por correio para a morada da Cofidis (Edifício Berna - Avenida de Berna, nº 52 - 6º 1069-046 Lisboa).